ΑΝΕΞΑΡΤΗΤΟΙ ΠΑΝΑΘΗΝΑΙΚΟΙ
Το blog απευθύνεται αυστηρώςPublished on: 24.04.2012
É vergonhosa a reação do governo brasileiro perante o grande número de seus nacionais deportados de Barajas (Madrid, Espanha). A medida de aplicar os mesmos critérios usados pelos espanhóis ao brasileiros para a entrada no Brasil é desastrosa, já que as deportações de espanhóis não estão acontecendo!
O que acontece com o governo Dilma? Governo fraco e cheio de escândalos políticos!? Sem força nem mesmo para guardar suas fronteiras e zelar pela aceitação de seus cidadãos em fronteiras de países devastados pela crise financeira (leia-se Espanha)!
Os espanhóis ainda nos veem como um bando de pobres e nem mesmo conhecem o Brasil! Uma amiga espanhola me visitou no ano passado e pensava que iria ver as mesmas cenas de miséria que viu na Índia, onde foi em suas últimas férias. O que os espanhóis têm é INVEJA de nosso crescimento e VERGONHA de seu insucesso financeiro! Se achavam ricos e olha só no que deu! Vivem inventando notícias de bolhas no Brasil, porém são bolhas ilusórias e que nunca explodem!
O governo Dilma tem que ter FORÇA e aplicar a LEI DE RECIPROCIDADE aos espanhóis! De verdade, sem lenga lenga, sem corpo mole! Ou devemos colocar um Carlinhos Cachoeira nas fronteiras brasileiras para barrar os não-desejados?
RESUMO
Este artigo trata de um aspecto que venho notando relevante no campo da filosofia estética atual: a emergência do que entendo como “pós-pós-colonialismo”. O “pós-pós-colonialismo” trata de uma nova percepção (e concepção) de análise cultural, que tem suas bases no pós-colonialismo e pode ser exemplificada claramente, no caso brasileiro, com a produção de documentários de indígenas nacionais. Portanto, busco no caso das produções visuais dos indígenas Ikpeng, feitas com tecnologias e ferramentas visuais atuais, o exemplo necessário para a compreensão deste conceito emergente.
Palavras-chave: pós-colonialismo; documentário indígena; pós-pós-colonialismo.
Disponível em: http://www.fap.pr.gov.br/arquivos/File/Comunicacao_2012/Publicacoes/O_Mosaico/Numero_6/OMosaico6_00_Integra.pdf
Este artigo tenta exemplificar a estreita relação entre artes literárias e plásticas brasileiras, algo que pode ser notado quando analisamos a história cultural do Brasil. Estas relações artísticas podem ser tão próximas, no caso brasileiro, que chegam mesmo a se mostrarem como rebatimentos. Este artigo busca evidenciar os relacionamentos entre a obra literária da Poesia Concreta e a criação de monotipias pela artista plástica Mira Schendel. Através da análise relacional do poema concreto “Nascemorre” de Haroldo de Campos e de duas Monotipias da série dos “As” de Mira Schendel busco aspectos verbivocovisuais, tão característicos das experimentações concretas da época e que se notam também nas artes plásticas.
Palavras-chaves: Poesia concreta, metalinguagem, Mira Schendel.
Dispinível em: http://ppgav.ceart.udesc.br/revista/edicoes/6_teoria_hst_arte/PALINDROMO_6_artigo_6.pdf
LUA ADVERSA
Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.
Fases que vão e vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.
E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...



Aspectos medievais da Igreja de São Pedro de Rubiães, em Paredes de Coura, Portugal.
*** Fotos de Walace Rodrigues ***
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