21 05 2012
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PROSEANDO O HINO NACIONAL BRASILEIRO

11 March 2012 18:43:00

RIACHO IPIRANGA HOJE

Ouviram do Ipiranga, um riacho formado pelas pequenas torrentes do Jardim Botânico de São Paulo, parte do Parque Estadual Fontes do Ipiranga, uma reserva natural da Mata Atlântica, rodeada de arranha-céus da zona sul da capital. Hoje poluído de dejetos domésticos e metais pesados e tóxicos, sem a paz cantada na música oficial de nossa Pátria. Suas margens eram calmas em pleno sertão, naquela monotonia aparente, havia na corporação presente uma ansiedade em comum e dependia da soberania do líder, Príncipe Regente, Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon.   O rio Ipiranga atravessa uma parte da maior cidade do Brasil, e será eterna testemunha do brado que foi ouvido e presenciado pela comtiva de cavaleiros, o mais retumbante, ou seja, mais autêntico e prudente, do qual nasceu a pátria que significa sentimento filial, nação que significa povo, e país que nada mais nada menos que extensão territorial. O povo heroico, representado naqueles cavaleiros, deliciava o sol naquele momento, que se abria  para liberdade, brilhando no céu da pátria nascente. O penhor da igualdade citado pelo autor veio se tornar o bem maior, não simbólico, que desafia a morte que vencida pela luta engrandece a vida no seio da liberdade e da justiça, com sentimento nacionalista de afetos da alma, pela Pátria que seria amada, como algo depois de Deus, idolatrada com grandeza inigualável, algo sagrado abençoado, naco de virtude a ser salva para sempre em soberania e dignidade. Isto foi conquistado com braço forte, em que a morte desafia com peito amoroso, melhor dizendo coração. Corações que ja idolatravam a Pátria amada, exclamada com fervor filial, no “salve! salve”! Quer dizer exista para sempre.
O poema que descreve o Brasil, um sonho intenso, um raio vívido ou fulgurante, grandioso como tal, um raio de luz e de amor que abrangia toda terra demarcada, iluminada pelo cruzeiro do sul, a mais deslumbrante constelação daquele tempo, resplandecia, brilhava entre as outras em um céu de explícito azul e beleza sem par.Terra gigante de sul ao norte exuberante que transmite no porvir uma riqueza, um progresso, que em mil iguais seria a mais amada e mãe dos filhos amamentados pelo solo sagrado e rico de toda grandeza  que  nutre, porque é o celeiro que sustenta grande parte do planeta, em alimentos, preservação ambiental, cultura e pacificação, sem um inimigo sequer.O deitado eternamente em berço esplêndido pode significar a amplidão mansa daquele tempo, que toda poluição sonora se resumia ao som do mar e toda energia à luz do céu profundo, onde fulgurando como sol mais brilhante do mundo. O sol do Brasil que é o mais brilhante para nós porque ilumina com maior calor  em relação aos sentimentos de maior  nobreza de patriotismo. Conforme nosso hino o nosso país é flor de ouro em toda América, o novo mundo. Acima de qualquer terra florida os bosques do Brasil contém mais  vidas e os campos mais flores, o que leva o seio da Pátria, dígno de amores.Nestes têrmos falamos  de um Brasil, de amor eterno e que seja símbolo na pérpetualidade de sua existência, a bandeira ou estandarte sagrado que rege em abstrato o sentimento patriótico, com estrelas semelhantes ao infinito azul com toda sua Majestade, pendão de paz e glória em todos os tempos. Se da justiça ergueu a terra na bravura de seu povo que não afasta da luta em defesa da soberania, sem medo da morte porque a terra é adorada. Deus seja louvado neste nosso Brasil


O FIM DO MUNDO

17 February 2012 05:24:00


Neste segundo exemplar de O Roteiro em 2012, lembramos que segundo alguns o mundo vai acabar neste ano. Será?  Não vou dizer aqui versículos bíblicos, porque não os decoro, mas em algum lugar do Novo Testamento fala de um fim, que mais  parece o da opressão, ou seja das coisas do mundo. Se Jesus virá revestido de Glória, como poderá haver destruição, se Ele é vida e salvação? Ainda afirma na passagem que nem Jesus sabe o dia. Quem são estes  loucos que ignoram a Palavra de Deus e apostam num povo que viveu num tempo atrasado em relação aos tempos de hoje? A Palavra de Deus é a verdade. “Papel aceita tudo, dizem alguns mal informados” Tudo bem, embora os judeus não acreditem no mistério da salvação em Jesus, nós cristão temos motivos para crer, por causa de fatos que revelam a verdade. O maior deles é a Ressurreição do Cristo. Outro foi a transfiguração, mostrando que Deus é o Deus dos vivos. Outro fato é a quantidade de seguidores pelo mundo a fora. Também toda Profecia cumprida acerca do Menino. Poderia alguém prever os acontecimentos, sem a manifestação do Espírito Santo?  Judeus, islâmicos e outros seguidores de outras religiões paralelas à Doutrina do Filho de Deus também salvarão, porque todo joelho dobrará diante do Senhor, até aqueles que algum mal causarem aos de pouca fé, que contrairão ansiedade, pânico, podendo até chegarem a óbito.  Para os que querem vender espaços online, livros, jornais, mídia, rádio, falando em filosofias vãs, seja dada toda liberdade. Aos que interpretam e pregam mensagens que visem os interesses restritos de poucos privilegiados, tais quais o profetas de BAAL , serão certamente considerados blasfemadores.  Se vão para o inferno?  Deus é que sabe. 

PESSOAS E FATOS DE NOSSO PROGRESSO

05 February 2012 14:45:00

Meio estouvado, era único e com a ajuda da Dona Tita e da Odilia, cuidava da saúde do povo de Espera Feliz. Rara competência profissional como médico e político que buscava antes de se eleger, até porque não conseguiu ser prefeito. Todavia a ele deve-se todo empenho que trouxe para Espera Feliz a Escola Estadual Altivo Leopoldino de Souza, um rumo novo em nossa educação na época. Dr. Antonio de Faria Salgado é inesquecível.Outro grande exemplo de trabalho e empreendedorismo, veio de um belo e jovem casal  que  chegou em Espera Feliz, nos anos de ouro da nossa mineração. Falamos do casal  Dilsom, o saudoso Nenê Brasinha  e Dona Mariluce, sua esposa, uma mulher guerreira e digna. Esta família é um bem de Espera Feliz.  Eles empreenderam uma marca nova de progresso na cidade, o Restaurante Brasinha. Criaram e educaram seus filhos aqui, que são hoje cidadãos de bem ajudando no progresso de nossa cidade. Cresceram com trabalho honesto, e mesmo considerado rico, Nenê Brasinha tomava cerveja entre os pobres nos bares de periferia.Quem não se lembra do Elieltom? Foi um simpático gerente que veio para Espera Feliz com a Loja Dujuca, que naquele tempo fez a diferença no seguimento de comércio de moveis, implantando crediário num sistema moderno.A outra marca de um tempo novo foi a Casa Rodrigues, com Mariano Rodrigues, homem de peso moral, trabalhava em família. A Casa Rodrigues trabalhava com lucros justos, sem especulações super vantajosas, com crediário de acessibilidade e com honestidade.A construção e o funcionamento do Hospital de Espera Feliz foi uma bênção, uma grande conquista daquele tempo, porque os desafogou a necessidade de uso da Casa de Caridade de Carangola, que nos atendia em segundo plano.O Hotel Vale Verde, principalmente pelo seu nome, trouxe naquele tempo uma magnitude nova  no serviço de hotelaria da cidade. João Vieira exigiu que o tratamento fosse diferenciado e deu certo.A cidade mudava de comportamento  depois da abertura da estrada para a Macieira, dragagem do Rio São João e a urbanização do centro da cidade a começar pela  imponência do prédio da Prefeitura, a utilidade do Posto Terra Branca, a ampliação da policlínica, a construção da ponte da Roque Ferreira de Castro e a primeira festa de Exposição Agropecuária.Hoje as novidades não são notadas. Cada empreendimento chega mais novo e moderno, com loja luxuosas e muito bem decoradas. Em certos estabelecimentos sobra luxo e falta simpatia, mas é um detalhe da concorrência. Muitos já notaram que todos os clientes são importantes e mudaram a forma de recepção.

1979 - O TEMA DA ANISTIA - O BÊBADO E A EQUILIBRISTA - INTERPRETAÇÃO DO TEXTO

05 February 2012 06:14:00


Caía a tarde feito um viadutoE um bêbado trajando lutoMe lembrou Carlitos...
A luaTal qual a dona do bordelPedia a cada estrela friaUm brilho de aluguel
E nuvens!Lá no mata-borrão do céuChupavam manchas torturadasQue sufoco!Louco!O bêbado com chapéu-cocoFazia irreverências milPrá noite do Brasil.Meu Brasil!...
Que sonha com a voltaDo irmão do Henfil.Com tanta gente que partiuNum rabo de fogueteChora!A nossa PátriaMãe gentilChoram MariasE ClarissesNo solo do Brasil...
Mas sei, que uma dorAssim pungenteNão há de ser inutilmenteA esperança...
Dança na corda bambaDe sombrinhaE em cada passoDessa linhaPode se machucar...
Azar!A esperança equilibristaSabe que o showDe todo artistaTem que continuar...
No final dos anos setenta, configurando uma busca temática pela Anistia e Diretas, essa letra, marcada pela filosofia do tempo em que ainda resistia a ditadura sugadora de direitos e sangue, tempo da segunda vergonha brasileira, depois da escravidão  negra.João Bosco fez a melodia e Adir Blank fez a poesia rimada cheia de metáforas, com referências ao regime de morte e sensibilizado pelo fim de Charlie Chaplin, motivação que servira para dar tom de defesa caso fosse questionada.        O poeta, ao mencionar a tarde que caia, lembra o viaduto Paulo de Frontin, que trouxe dor e desespero ao desabar, e a noite depois da tragédia simboliza a repressão.A utopia da arte de Carlitos assemelha o que quisera  assistir o poeta, um embriagado fazendo momices e dançando a ordem da cabeça alcoolizada, tal qual a loucura do pensamento de um exilado.        A lua, dona do bordel, pode representar a desilusão ou razão de tudo estar perdido, enquanto o mata-borrão que apaga tudo e cala as vozes de um povo. O céu, que pode simbolizar tortura e prisão e as estrelas frias não representam damas da noite, mas sim generais tiranos.         Mesmo exilados faziam irreverências, ou amavam a Pátria, simbolizada pelas trevas do regime. Todavia a Pátria chora e choram Marias e Clarices, representando a mulher de Vladimir Herzog e a mãe do sociólogo Herbert de Souza, o irmão do Henfil, cujo retorno sonhado por toda Pátria. Ainda simbolizadas por Marias e Clarices todas as esposas e mães de prisioneiros e exilados. Ainda nas Marias a ralé e nas Clarisses a elite, tudo chora, menos a corte totalitária.         Todavia a esperança perseverava, mesmo que se conduzida na corda bamba e com risco de se machucar.         A Anistia irrestrita foi anunciada em campanhas, movimento de sucesso, apesar de tudo, ainda com base em manifestos pelo mundo a fora, como a Conferência Internacional da mulher em 1975 no México. Quando Betinho desembarcou no Aeroporto de Congonhas mais de duzentas pessoas cantavam O BÊBADO E A EQUILIBRISTA em sua homenagem. Betinho continuou em movimentos por justiça social  como a luta contra a fome e campanha contra a Aids, até morrer.


FOTOS DA CIDADE ANTIGA

05 February 2012 05:48:00


ESTAS FOTOS FORMA TIRADAS NO TEMPO DO SAUDOSO GRIMALDO QUEIROZ, COMO CHEFE DE GABINETE DE VÁRIOS PREFEITOS. FORAM CEDIDAS GENTILMENTE AO JORNAL O ROTEIRO POR WALKÍRIA QUEIROZANTIGA MINERADORA - CASA AOS FUNDOS COM ESTILO DE FAZENDAShare this:

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