ΑΝΕΞΑΡΤΗΤΟΙ ΠΑΝΑΘΗΝΑΙΚΟΙ
Το blog απευθύνεται αυστηρώςPublished on: 24.04.2012
Atrás do Estádio do Ferreirão há uma rua que não existe nos mapas da Prefeitura. De rua sem denominação passou a ser chamada de “rua projetada” ou “rua um”. Suas extremidades são distintas: de um lado está a vicinal Syrio Ignatios e de outro o prolongamento em terra da rua Hermídio Salzano, no Jardim Aeroporto. Se a rua não existe no papel é algo que a burocracia não demorará a resolver com o crescimento urbano do município. Lá em meio ao mato alto e terrenos baldios está se formando mais um depósito irregular de resíduos sólidos. Isso está ocorrendo há quatro anos sem que a Prefeitura ou os órgãos de proteção ambiental vejam o problema. Segundo apurou a reportagem do Jornal do Porto, a área pertenceria a uma empresa de transporte de ônibus interestadual. Devido à sua localização afastada dos olhares dos fiscalizadores foi transformada em depósito irregular de resíduo sólido de cerâmica de decoração e de outros materiais. A quantidade registrada pela reportagem do Jornal do Porto na tarde de terça-feira, 7, revela que o descarte ainda não ganhou proporções a ponto do problema não conseguir ser solucionado em pouco tempo. O depósito está a 200 metros da vicinal, praticamente escondido dos olhos da fiscalização. FONTE: http://jornaldoporto.inf.br/
http://www.greenpeace-comunicacao.org.br/email/cyberativismo/newsletter_03-02-2012.html
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A partir desta quarta-feira (25), os supermercados paulistas, pelo menos os da capital, deixam de disponibilizar sacolas plásticas para embalagens de produtos. De acordo com o governo estadual, é uma forma de contribuir para a redução do impacto ambiental causado pelo despejo do material plástico no meio ambiente.A prática já existe em outros países, principalmente no continente europeu. Em Pindamonhangaba e em todo o Estado, os estabelecimentos ainda aguardam instruções sobre o procedimento. Segundo Rita Malgueiro, da administração do Supermercado Super Vale, o uso de sacolas ecológicas já existe há seis meses no estabelecimento. “Usamos as embalagens biocompostáveis há vários meses, isto é, já somos ecologicamente corretos!”, comentou.O procedimento é semelhante em outro estabelecimento. “Acreditamos que as embalagens plásticas ainda devam continuar por algum tempo. Mas nós aqui já utilizamos as sacolas oxibiodegradáveis!”, disse o gerente administrativo do Supermercado Excelsior, Fernando Oliveira. Polêmica A medida é vista com muitas restrições. Por um lado está o consumidor que não terá a contrapartida, porque o custo da sacola plástica, embutido no preço dos produtos, passa a ser de responsabilidade do comprador. De outro, os proprietários de supermercado alegam que não terão lucro nenhum com nova lei. E ainda tem os empresários que produzem as sacolas, representados pela ABIEF (Associação Brasileira dos Produtores de Embalagens Plásticas).Em São Paulo, a ABIEF entrou com um mandado de segurança pleiteando a continuidade das sacolas de material plástico, mas foi cassado por meio de uma liminar. Por enquanto, no interior, ainda não há nada definido.Em todo Brasil, os supermercados distribuem mensalmente 1 bilhão de sacolas, o equivalente à 66 por brasileiro. No estado de São Paulo, o impacto ambiental causado pelo despejo do material equivale a 5,2 bilhões de sacolas. As sacolas a base de material oxibiodegradável agride menos o meio ambiente e pode se decompor completamente em apenas 18 meses, enquanto a convencional leva 300 anos para sua decomposição. No Paraná, o governo estadual distribui gratuitamente a sacola compostável, que não tem polietileno-polímero usado na fabricação de embalagens convencionais.
FONTE: Agora Vale
ABORDAGEM REGIONAL: Nota Oficial - Danos provocados por inundação: Utilidade Pública Em virtude das fortes chuvas que vêm ocorrendo em Porto Ferreira desde o último sábado, houve rompimento de uma lagoa ...
E também em virtude das fortes chuvas dos últimos dias o Parque Ecológico Henriqueta Libertucci ficará fechado para visitação, para que se proceda com a limpeza do local. Tão logo os serviços terminarem o parque será reaberto.
FONTE E MAIS INFORMAÇÕES EM: Abordagem Regional Blog da Comunicação
A barragem do lago do Clube de Campo das Figueiras não resistiu às fortes chuvas que caíram na região na noite de ontem (terça-feira 17), rompendo-se por volta das 23 horas, causando um grande dano ao clube.
A Av. Adhemar de Barros também sofreu danos e foi interditada.
Outro ponto que foi atingido também, foi a ponte de acesso entre os Bairros Vila Maria e Jd.Aeroporto.
FONTE E MAIS INFORMAÇÕES: Porto Ferreira Hoje
FOTOS: Porto Ferreira Hoje

