ΑΝΕΞΑΡΤΗΤΟΙ ΠΑΝΑΘΗΝΑΙΚΟΙ
Το blog απευθύνεται αυστηρώςPublished on: 24.04.2012
Música: Devil Woman - Hugo MontenegroBoa tarde, está um dia fabuloso, visto daqui, sentado à secretária, através da janela, na direção de nascente, a meio da tarde, o vale do Lis e a Sra. do Monte a acenarem-me...Ainda tenho que penar mais uns dias, como um pássaro na gaiola!...@as-nunes
Dia de pazPoesia em fragrânciasCores em delírioMilagre da senhoraQue no monteÉ um farolTanta terraTanto marAlto majestosoDiogo GilNo mar procelosoTormentas milPromessa cumpridaEm horas de afliçãoN. Sra. naquela ermidaPelo milagre em devoção Sra. do monteSaúdo-te porPoder admirarEsse lugarSerenamente…Tanta luzNo meu olharDia a diaSempre!… Maio de 2012@as-nunes-Quer conhecer a lenda da sra. do monte - Leiria? (v. aqui, por exemplo)
O pensamento em corrente contínua. Duas faces duma mesma zona urbana, por acaso em Leiria, Portugal. E a corrente levou-me à ideia de moeda com as suas duas faces.O Euro?!...

http://diariodumjardim.blogspot.pt/2008/05/caneleira.htmlNeste endereço poder-se-á perceber melhor essa singela estória duma caneleira, que não dá canela, nem tão pouco é uma caneleira...Caneleira que não dá canela nem tem essa designação científica...Mas que dá uma flor lindíssima, lá isso dá!E ainda agora a procissão vai no adro!-Afinal choveu mesmo, esta noite, e a potes! Mas nem dei por ela! Dormi a sono solto, será porque não tenho nada que me pese na consciência? É meio-dia e a Natureza está a dar um espetáculo ao ar livre, divinal!...-(continuará...assim o tempo me dê uma mãozinha!)@as-nunes
Mais uma voltinha pelo meu jardim/quintal...as couves, os tomateiros, as alfaces, as cebolas, etc estão em plena forma, também...Pode uma rosasofrer de insuficiência cardíaca?Podem substituir-lheas coronárias por uma safena?que não contava com essa?Podem as dificuldades ser maiores,ou menores, conformea rosa seja branca ou vermelha?A rosa do povoque rompe do asfaltoperde o fôlego ao subrir as escadas?A rosa murcha mais depressaque o homem, é certo. Os meus espinhos,voltados para dentro, ferem-mea mim mesmo. Toda uma listade diferenças se pode fabricarpara mostrar o absurdoda rosa cardíaca.Não preciso reflectir muitopara saberque não sou uma rosa. E a rosapoderá ter água nos pulmões?Há hospitais para rosas?Egito GonçalvesA pensar no próximo encontro de Poetas na Biblioteca Municipal de Alcanena, no próximo dia 26 deste mês, e no meio dum roseiral cheio de espinhos de preocupações várias, nomeadamente prazos para cumprir com o Fisco... ai a Grécia e os efeitos colaterias para toda a Europa se tiverem de sair da zona €uro! Mas então já não há Economistas e prémios Nobel?!...e na sessão do dia 31 no Mercado de Santana...para evocarmos Acácio de Paiva, por iniciativa da Câmara Municipal de Leiria!...@as-nunes

Acácio de Paiva, insigne poeta Leiriense, o maior humorista dos poetas da época, nasceu no Largo da Sé, em Leiria, na casa de frontaria de ajulejos «viúva lamego» (dados a revelar confirmam esta tese), bem visível, talvez dos edifícios típicos da cidade de Leiria mais fotografados pelos visitantes da cidade.Nesta casa nasceram os Paivas que deram grande projeção à cidade de Leiria, Acácio de Paiva, Adolfo de Paiva, José Teles de Almeida Paiva e os seus filhos José e Zaida Manuela Teles e Paiva.Insisto nestas notas sobre Acácio de Paiva porque me tenho dedicado a esta missão de não o deixar esquecer, com todo o meu empenho, de há muitos anos a esta parte, por motivos de relacionamento familiar é certo, mas também pela admiração pelo seu labor, que se tem vindo a incrementar à medida que mais e melhor o vou conhecendo .A foto ao lado é uma reprodução de um trabalho monográfico e de levantamento da árvora genealógica de os Paivas e os Teles, superiormente elaborado pelo seu bisneto, Luis Maria de Sampaio e Paiva Camilo Alves (espero não estar a cometer nenhuma inconfidência grosseira), a quem agradeço toda a sua simpatia, amizade e colaboração.Os «LUSÍADAS»………..O professor BarradasPercorreu com os olhos pequeninos………..As diversas bancadasOnde estavam sentados os meninosE ao número quarenta (que teria………..Treze anos, talvez,………..E era quem mais sabia)Preguntou, animando-se: - “Quem fêz«Os Lusíadas»? Diga-me de-pressa!”Levantou-se o pequeno, atrapalhado,Pôs-se a coçar na frente da cabeça,………..A fitar o sobrado………..E, por fim, respondeu,Tremendo como ao vento a folha e o vimeOu como se o culpassem de algum crime:………..- «Não fui eu! Não fui eu!»Ficou mestre Barradas furioso!Saíu da aula, quando deu a hora,…………E, encontrando o PedrosoQue era pessoa muito sabedora,Contou-lhe aquele caso miserando:………- «Desgraçado país!«Ora imagina tu que , preguntando,…………«Há pouco a um petiz,…………«Aluno do Liceu,«Quem fizera os Lusíadas, a bêsta………..«Pôs-se a coçar a testa ………..«E disse: Não fui eu!»………………- «E então?Ponderou o Pedroso com voz doce.»Quem sabe se o pequeno tem razão?………..«Pode ser que não fôsse…»Acácio de PaivaIn “FÁBULAS E HISTORIETAS”Ilustrações de Vasco Lopes de MendonçaPp 213/214Ed. INP – Diário de Notícias - 1929Mais se pode consultar neste blogue e também no "Leiria", que muito tem publicado no que concerne à intensa atividade literária de Acácio de Paiva no Século Illustrado dos princípios do séc. passado.NOTA:Dia 31 próximo, às 21horas, conversa no átrio do Mercado de Sant´Ana, em Leiria que vai girar à volta de uma encenação teatral tendo como ponto de partida uma carta na qual se alude ao grande poeta leiriense. Pretende-se homenagear o Leiriense, poeta e embaixador de Leiria, duma forma não convencional nem ortodoxa. O mais amena possível, uma conversa à mesa do café. (ver aqui). @as-nunes 
Nos campos do lis, já na freguesia da Barosa - Leiria, há dias, as papoilas a pintalgarem a paisagem...-Estou a ler um livro "António Nobre (Seu génio e sua obra)" ed. de 21 de dezembro de 1923, da autoria do Visconde de Villa-Mourã, comprado hoje mesmo (ontem) na feira das velharias em Leiria.Gosto de me embrenhar em alfarrábios, aparentemente votados ao ostracismo, à espera que alguém repare neles e se interesse em lhes dar guarida condigna.A páginas 83 li e retive:"É um erro suppor que nós amamos a Vida. A Vida é que nos ama. Como é ella que nos attrae pelo muito que nos quer. Ai daqueles a quem a Vida desampara!"Pois, e então?, o que é que a fotografia transformada em tela tem a ver com o que acabei por aqui deixar escrito? Tudo!, a Vida! -A minha ideia original era falar de Manuel Alegre e do meu neto Guilherme: ambos fizeram anos ontem, dia 12 de Maio.Parabéns, Guilherme, são 14 anos de Vida! Que faças muitos mais, com alegria de viver, isso será bastante, de certeza absoluta.Quanto a Manuel Alegre aconselho vivamente a leitura dos poemas "Nada está escrito", ed.2012, D. Quixote. Como este, por exemplo:Aquele que se perdeuaquele que se perdeu guiado por uma estrelaque se perdeu no seu caminhoou dentro de si mesmoaquele que se perdeu em busca da palavraou talvez do destino e do sentidoou apenasdo reflexo mágico do ritmo e da revelaçãoaquele que se perdeu e já não sabe como recuperara pulsação e o instintonão mais que o breve instante de um lampejoalgo como a visão de uma visãoimagem reflectida sobre a s águasou talvez sobre a páginapor onde agora vaiaquele que se perdeu.ps.: já repararam nas diferentes ortografias do português conforme a época?3h55m - talvez possa ser a razão...-13h45Voltei aos livros de alfarrabista: "O paiz das uvas", Fialho d´Almeida, Liv. Clássica, 1936 - 8ª Edição:pp 8 encontrei uma referência curiosa ao arbusto pilriteiro.Escreve Fialho d´Almeida:Conhecem talvez o pilriteiro? É um arbusto dos valados, peculiar ás regiões montanhosas do Alemtejo, que se defende com os espinhos de que se arma, e não gosta de habitar jardins. Transplantado, não produz flôr. Tem uma folhagem pequena, curta, verde retincto, mui recortada nos bordos, e agora na primavera, esbracejando sobre as barreiras, tolda os pégos com caramancheis d´uma vaporidade incomparável. A sua flôr é o que ha de mais mimoso, mais pequenino, mais aereo: uma joiasinha coquette , que antes dirieis insecto, pela vivacidade e esbelteza da figura. Qualquer ramito conta por milhares as florações, e dá em pleno paiz do sol a fresca sensação d´uma neve cahida em flocos, sobre cada proeminencia de haste.(...)... eu pensei n´esta esquecida floração do pilriteiro, que não figura nos albuns, nem inspira os desenhistas, e todavia resume na sua pureza, o que de mais bello possa haver, como motivo ornamental, para a illustração de livros e jornaes!"nb.: encontra várias referências neste blogue ao "pilriteiro", neste link (aqui) e (aqui)http://dispersamente.blogspot.pt/search/label/pilriteiro@as-nunes
Que mais dizer?Não chegam estas imagens?Todos os dias a ver,Ninguém lê estas mensagens?!Quanto ao StopAté posso aceitar,Diabo, que maçada, Que só nos manda parar,Pois então, vai cacetada,Precisamos de avançar!...Com que então, Passos CoelhoNem é mau o desemprego?!Pode ser um aparelhoQue nos evite ir ao prego?!...Bem me esforcei por acompanhar a mensagem pretensamente filosófica do Primeiro Ministro, ontem, na Assembleia da República, mas não consigo chegar tão longe... (escusa de vir com explicações de interpretação do espírito dos termos que usou, que nós já estamos calejados!O que está dito, dito está!...e nós ainda ouvimos bem!).Defeito meu, certamente!...E de milhões de desempregados, agora aconselhados a esquecer que a vida não é, também, trabalhar por conta de outrem, com dedicação, talento, consciência e... salário, já agora!...Aliás, o ultra-liberalismo, que saibamos, ainda não descobriu maneira de substituir o labor do homem e da mulher na criação da riqueza!Se não forem os trabalhadores a dar o seu contributo decisivo à Economia onde está o caminho para o Desenvolvimento?Asnices!...@as-nunes
Um dos grandes vultos das letras Leirienses é, incontestavelmente, Acácio de Paiva.Já aqui tive ensejo de escrever, por variadíssimas vezes, sobre tão ilustre personagem de Leiria, de modo que não me alongarei na sua apresentação (ver link).A Câmara Municipal de Leiria, deliberou dar destaque, no roteiro cultural de Leiria para este mês de Maio, a uma iniciativa deveras interessante e que deveria ter a merecida atenção das pessoas que gostem de Leiria, da sua história, dos seus antepassados que dedicaram as suas vidas à Literatura, neste caso particularmente à Poesia, ao Teatro e ao Jornalismo. E temos razões de sobra para nos orgulharmos, nós os Leirienses (também o sou, ainda que Viseense de nascimento e de afetos), pelo excecional painel de ilustres autores indelevelmente ligados a Leiria, seja por nascimento seja por aqui terem passado uma parte relevante das suas vidas, tais como:- Francisco Rodrigues Lobo- Acácio de Paiva- Afonso Lopes Vieira- Eça de Queirós- Miguel TorgaComo se pode ver no fac-símile da pág. 08 da LEIRIAGENDA - Mercado do Livro de Leiria (Mercado de Sant´Ana) acima reproduzido, este vosso humilde autor deste blogue, estará, no dia 31 de Maio próximo, na companhia de sua mulher Zaida Paiva (poetisa com livros publicados) e Paulo Moreiras, escritor com múltiplas provas dadas na área da publicação de livros e de colaborador de imensos jornais, em conversa amena e descontraída para se falar sobre Acácio de Paiva. Estas conversas irão ter lugar no interior do Mercado de Sant´Ana de 30 de Maio a 1 de Junho, entre as 21h00 e as 22h00.Lá esperamos a vossa presença. No dia 31 como nos outros dias, claro está, não só porque se vai conversar sobre outros autores de mérito reconhecidíssimo mas também porque as mesas são constituídas com pessoas de muito saber e experiência. Quem sabe não se poderão proporcionar bons motivos de diálogo e de convívio!-Em tempo: mais sobre Acácio de Paiva, (aqui) e (aqui).@as-nunes
